CASO:
Oito da noite numa avenida movimentada. O casal já esta atrasado para jantar na casa de alguns amigos.
O endereço é novo, assim como o caminho, que ela conferiu no mapa antes de sair.
Ele dirige o carro. Ela o orienta e pede para que vire na próxima rua à esquerda.
Ele tem certeza de que é à direita. Discutem.
Percebendo que, além de atrasados, poderão ficar mal humorados, ela deixa que ele decida. Ele vira à direita, e percebe que estava errado.
Ainda com dificuldade, ele admite que insistiu no caminho errado, enquanto faz o retorno. Ela sorri e diz que não há problema algum em chegar alguns minutos mais tarde.
Mas ele ainda quer saber:
"Se você tinha tanta certeza de que eu estava tomando o caminho errado, deveria insistir um pouco mais".
E ela diz: "Entre ter razão e ser feliz, prefiro ser feliz.
Estávamos a beira de uma briga, se eu insistisse mais, teríamos estragado a noite".
MORAL DA HISTÓRIA:
Essa pequena historia foi contada por uma empresária durante uma palestra sobre simplicidade no mundo do trabalho.
Ela usou a cena para ilustrar quanta energia nós gastamos apenas para demonstrar que temos razão, independente de tê-la ou não.
Claro, não se trata aqui de abolir a razão e buscar a felicidade por meio da aprovação do outro a qualquer custo.
Também não significa deixar de expressar suas opiniões. Uma atitude assim poderia levar a muitas injustiças.
Desde que ouvi esta história, tenho me perguntado com mais freqüência:
Quero ser feliz ou ter razão?
Pense nisso...
Abraços e fiquem com Deus!
Ser Feliz ou Ter Razão
| author: Gustavo BrancãoPosts Relacionados:
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