A vida e o futebol são bem complexos

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Divinópolis | Sábado, 17 de julho de 2010
Brancão é o auxiliar direto de Eugênio Souza na parceria Cruzeiro e Nacional de Nova Serrana
POR LUCIANO EURIDES - DA REDAÇÃO
luciano.eurides@gazetaoeste.com.br


Gustavo Marcos Rodrigues, 26 anos, desde criança conhecido como Brancão, atuou como jogador do Guarani de Divinópolis nas categorias de base, como profissional no Araxá, mas foi no comando técnico que se destacou. Foi meteórico. A convite da Prefeitura de Divinópolis dirigiu a seleção da cidade no Torneio Centenário do Galo (Categoria 93) e assumiu de vez o gosto pelo comando.


Campeão com a garotada ele não foi, mas transformou um bando de garotos, de diferentes situações sociais e bases esportivas em um grupo unido e de uma fração temporal inesquecível. No caminhar da carreira teve passagem pelo Flamengo, Divinópolis Esporte Clube (DEC) onde foi quinto colocado no Campeonato Mineiro de Juniores em 2009 e foi campeão mineiro do módulo II da categoria profissional em 2010.


Essa capacidade de formar uma equipe competitiva, sem muitos ingredientes monta um cardápio pelo menos mais saboroso do que se poderia imaginar. È rápido para acertar e motivar uma equipe. Estas qualidades credenciaram o jovem talento divinopolitano a auxiliar o técnico Eugênio Souza em uma missão tão difícil quanto o título mineiro do módulo II. Gustavo Brancão foi convidado pelo treinador a ser o auxiliar direto, mais claramente, no Guarani o papel era exercido por Douglas (ex-jogador do Cruzeiro). A dupla comandará o time do Nacional de Nova Serrana em uma parceria com o Cruzeiro Esporte Clube, de Belo Horizonte.


Brancão disse que a recepção na capital nacional do calçado esportivo não poderia ter sido melhor. “Fui muito bem recebido aqui, estou satisfeito, já trabalhei com o Eugenio e conheço um pouco do estilo dele de trabalho”, falou.

Com relação a recente saída dele do comando do DEC considerou ser um avanço necessário. “Quando queremos crescer na vida temos de tomar algumas decisões que nos chateiam por um lado, e se ganha no futuro. Divinópolis é uma cidade difícil de trabalhar onde figura o ditado ‘Santo de casa não faz milagre’ é necessário sair de Divinópolis para ser valorizado fora”, disse e completou que a meta é trabalhar em um time grande.


A complexibilidade do futebol, onde a arte que imita a vida, o mostra como a melhor definição de trabalho competente.


Quem também trabalha no futebol neo-serranense é o preparador de goleiros Ronaldo Gontijo Filho, ou Ronaldinho como é conhecido pelos amigos. Assim além de Gustavo e Ronaldo formam a comissão técnica do Nacional o treinador Eugênio Souza, Neto Ruveval preparador físico e Amarildo Ribeiro diretor.

Tabela dos Jogos do Nacional de Nova Serrana no Campeonato Mineiro Segunda Divisão

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Jogos do Segunda Divisão 2010 - Fase Preliminar

2ª A 21/08
Sábado 15:30 Sport JF X Nacional / Nova Serrana Mário Helênio Juiz de Fora

3ª A 25/08
Quarta-feira 15:00 Nacional / Nova Serrana X Democrata/ Benjamin Martins Nova Serrana

4ª A 28/08
Sábado 15:00 Venda Nova X Nacional / Nova Serrana Mun. José Flávio Itauna

5ª A 05/09
Sabado 15:00 Nacional / Nova Serrana X Coimbra Benjamin Martins Nova Serrana

6ª A 08/09
Quarta – Feira 20:00 Ideal - Ipatinga X Nacional / Nova Serrana Ipatingão Ipatinga

7ª A 12/09
Sábado 15:00 Nacional / Nova Serrana X Arsenal Benjamin Martins Nova Serrana

8ª A 19/09
Sábado 15:00 Arsenal X Nacional / Nova Serrana Juca Pedro Formiga

9ª A 26/09
Sábado 15:00 Nacional / Nova Serrana X Ideal - Ipatinga Benjamin Martins Nova Serrana

10ªA 29/09
Quarta – Feira 20:00 Coimbra X Nacional / Nova Serrana
Mun. José Flávio Itauna

11ª A 03/10
Sábado 15:00 Nacional / Nova Serrana X Venda Nova Benjamin Martins Nova Serrana

12ª A 07/10
Quinta – Feira 20:00 Democrata/SL X Nacional / Nova Serrana Joaquim Henrique Nogueira Sete Lagoas

13ª A 10/10
Sabado 10:30 Nacional / Nova Serrana X Sport JF Benjamin Martins Nova Serrana

A tática, o coletivo e o José Mourinho: uma questão de(o) português!

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Nas Teorias do Treinamento Desportivo, um dos princípios mais discutidos e pontuados é o princípio da SOBRECARGA. Ele rege que para o organismo (integral) do atleta continuar se desenvolvendo e fazendo evoluir sua performance, é necessário que haja um “agente estressor” que possa gerar esse desenvolvimento.
Esse “agente estressor” no caso do atleta é o treinamento desportivo. Para conseguir o “estresse” que vai provocar uma REAÇÃO do organismo (para o seu desenvolvimento) é necessária uma carga de magnitude superior aquela que ele está “acostumado”; uma SOBRECARGA.
Pois bem. Uma questão que tem intrigado e rondado a cabeça de Cientistas do Desporto, Treinadores e amantes do Futebol é a que diz respeito a importância do “Coletivo” nos treinamentos de uma equipe de Futebol.
Quando pensamos em “Coletivo” imaginamos um jogo (reservas e titulares, titulares e equipe B, etc e tal) próximo ao jogo competitivo formal, com o objetivo de preparar ou observar uma equipe para uma partida oficial de campeonato. O fato, é que temos hoje treinadores em evidência na mídia defendendo o menor número possível de coletivos; priorizando jogos reduzidos e treinamentos técnico-táticos.
Na “contramão” temos José Mourinho (vitorioso técnico do Chelsea) e um grupo crescente de Estudiosos e Cientistas do Desporto que defendem a idéia de que deve-se treinar o jogo, jogando (só se consegue andar de bicicleta melhor, andando de bicicleta; só se aprende a dançar melhor, dançando; só se consegue jogar melhor, jogando).
Nessa perspectiva, não a nada mais real para criar situações que se assemelhem ao jogo do que o tal “Coletivo”.
Mas e o treino técnico-tático ou os jogos reduzidos?
Temos aí um problema a se resolver. Um corredor treina corridas para melhorar sua performance. Não corre porém sempre na mesma velocidade, na mesma distância. Corre em velocidades próximas aquelas de sua competição, às vezes menores, às vezes maiores; o que é verdadeiro (ou deveria ser) também para as distâncias percorridas. Em outras palavras ele tem no seu treinamento uma alteração de cargas que exigem do seu organismo (integral) respostas que permitem seu desenvolvimento (SOBRECARGA).
Talvez seja fácil pensar em sobrecarga imaginando adaptações físicas. Mas como imaginarmos uma sobrecarga técnico-tática, ou melhor, uma sobrecarga “técnico-tática-fisico-mental”? Como abstrairmos a idéia de um “agente estressor” que provoque respostas integrais e integradas no jogador de Futebol, que o permita se desenvolver, aumentando sua performance de jogo?
Certamente nos jogos em campo reduzido o volume de passes, finalizações, desarmes, coberturas, marcações duplas (e as mais diversas e inusitadas situações-problema de jogo) ocorrem em maior escala. Em outras palavras, no campo reduzido a sobrecarga parece maior. Ao se manipular as regras do jogo nesses treinamentos, é possível ainda priorizar esse ou aquele princípio do jogo, amplificando ainda mais a sobrecarga para determinada variável.
Ocorre porém que, ao mesmo tempo em que se exige mais de determinadas variáveis, corre-se o risco de “desprestigiar” outras. Por isso, a condução de um treinamento com prevalência de um objetivo tático precisa ter regras bem ajustadas, para que ao se buscar de forma específica a sobrecarga do jogo não ocorra um indesejável distanciamento do próprio jogo.
Por outro lado, os coletivos são “exercícios” que se aproximam do jogo e que podem trazer situações-problema altamente especializadas. Talvez a carga do coletivo não seja a SOBRECARGA desejada para o desenvolvimento integral do atleta em sua preparação para o jogo, mas é inegável que ele exige o que mais próximo de um jogo um exercício pode exigir.
No entanto, mesmo o coletivo por si só pode não representar as exigências que proporcionem o desenvolvimento da equipe. Se uma equipe joga no 4-4-2 em linha e no coletivo enfrenta invariavelmente um 4-4-2 em losango, estará ela exercitando situações-problema restritas às possibilidades desse confronto. Então, mesmo no coletivo, deve-se buscar um maior número de situações que permitam a equipe uma melhor compreensão sobre o jogo.
Certamente, se fossem os coletivos a solução para a preparação de uma equipe, talvez melhor fosse buscar algo mais específico ainda: ao invés de treinar para o jogo através do coletivo, dever-se-ia treinar para o jogo jogando sempre formalmente de forma competitiva (por exemplo participando de competições paralelas de menor expressão ou fazendo amistosos contra equipes de nível).
Então, a melhor solução é quebrarmos paradigmas (como tem feito o português José Mourinho). Os jogos em campo reduzido, os jogos adaptados, os treinamentos de ataque contra defesa ou os “Coletivos” devem ser etapas de um processo que se completa jogando o jogo. O coletivo não deve ser entendido como um jogo sem pretensões de melhora tática. É óbvio mas ainda se alardeia que treino tático é uma coisa, treino técnico é outra e coletivo... (Então um coletivo onde há uma regra que diz que a equipe de posse da bola, ao ultrapassar a linha do meio-campo, tenha 4 segundos para ter todos os jogadores (exceto o goleiro) posicionados dessa linha para frente, deixa de ser coletivo porque tem uma regra que taticamente “exige” rápida compactação?).
Da mesma forma, um jogo usando metade do campo, trabalhando ataque contra defesa deixa de ser jogo “coletivo” porque é chamado de treino tático?
Certa vez um técnico do Corinthians viu seu time sofrer um gol do Santos logo após ter um de seus jogadores expulsos. Após o jogo disse que sua equipe sofrera o gol porque não houve tempo hábil para orientá-la para aquela situação (de um jogador a menos em dada posição). Qual a relação disso com o texto acima? Certamente os jogadores, condicionados a tutela do comando técnico não foram capazes de, naquela situação-problema, resolver, a partir de rápida leitura do jogo, àquela nova exigência tática.
Então vos pergunto caros amigos, o que faltou para o rápido re-arranjo tático da equipe; mais “coletivos” ou mais “treinamentos táticos”?

A filosofia Capello

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A filosofia Capello
OS GRANDES DESAFIOS DA CONSTRUÇÃO DO NOVO REAL MADRID.
É um dos maiores «case study» tácticos deste início de época. Como irá Capello esquematizar o novo Real Madrid. O primeiro jogo com o Villarreal deixou os adeptos preocupados. Em vez de velocidade e espectáculo, um jogo lento e previsível, sem golos. Entre o 4x2x3x1 e o 4x4x2, está a base para equilibrar o onze a defender e dar-lhe dinâmica a atacar
Independentemente do sistema preferencial utilizado (desde o 3x5x2 de Roma ao 4x4x2 da Juventus), as equipas de Capello, fiel à escola italiana, ficaram sempre conhecidas pela sua solidez de processos defensivos, quer na cultura posicional do sector mais recuado, quer, sobretudo, na acção do seu duplo-pivot defensivo, fazendo a primeira linha de cobertura do meio campo, plantado à frente dos centrais. Foi este o ponto de partida para a construção do seu novo Real Madrid. Para isso contratou um central de grande nível (Cannavaro) e reformulou a zona à frente de defesa que, nas últimas épocas, fora a grande fonte de desequilíbrios da equipa na transição defensiva, com as contratações de dois médios-centro defensivos: Emerson (seu escudeiro fiel que já o acompanha há sete épocas, desde Roma a Turim) e Diarra. Apesar de algo passivos na recuperação, sobretudo Emerson (cada vez mais lento e pesado), deixando Riquelme pegar na bola à vontade, ambos já disseram que, com eles, o onze nunca irá ficar descompensado sem bola na transição ataque-defesa, exposto aos contra-ataques adversários.
O primeiro pilar da filosofia de jogo de Capelllo está, assim, erguido. Falta, agora, trabalhar a dinâmica ofensiva.
Em termos de sistema, duas opções: o 4x2x3x1 e o 4x4x2.
Dependendo muito da subida dos laterais (Roberto Carlos, Michel e Cicinho) para dar profundidade de jogo vertical aos flancos, a acção dos alas, num sistema ou noutro, é sobretudo de flanquear jogo. Na direita, Beckham procura os cruzamentos, na esquerda, Cassano (utilizado nessa posição frente ao Villarreal) joga de fora para dentro, em diagonal, surgindo nas costas do ponta de lança, explorando-se, simultaneamente, as trocas posicionais com Raul, que, em sentido inverso, joga de dentro para fora. Parte da zona central entre linhas, lugar antes muitas vezes ocupado por um 10 clássico como Zidane, e, depois, surge descaído sobre as esquerda, fugindo às marcações. Apesar da precisão destes movimentos, faltou-lhes ainda velocidade para causar desequilíbrios.
A segunda via reside em, mantendo a mesma estrutura defensiva, criar um modelo com uma dupla de pontas de lança Van-Nistelrooy-Ronaldo. Nessa vertente, em 4x4x2 sem médio centro, são necessários alas fortes quer a flanquear como a flectir no terreno para pegar no jogo na zona central de construção atrás dos avançados, pois nenhum dos pivots defensivos tem clara cultura de queima-linhas, entrando de trás em transporte e construção, como seria Vieira. Diarra faz isso a espaços mas não é a sua principal vocação, pois prefere fazer circular a bola mais atrás. Para estes princípios de jogo funcionarem, necessita de Cassano e Raul em grande forma.
Seja como for, em qualquer sistema, Capello vai sempre privilegiar a ordem táctica e dar rédeas curtas à inspiração individual. Diminuiu os riscos defensivos, é certo, mas, ao mesmo tempo, limita a inspiração ofensiva.

Aspecto particular da programação

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“Aspecto particular da programação, que se relaciona
com uma distribuição no tempo, de forma regular, dos
comportamentos tácticos de jogo, individuais e
colectivos, assim como, a subjacente e progressiva
adaptação do jogador e da equipa a nível técnico, físico,
cognitivo e psicológico”.
(MOURINHO, 2001)
A definição acima dada pelo treinador português José Mourinho sobre o seu conceito para a periodização contempla o que para ele são os quatro aspectos fundamentais que o treinamento deve abranger de uma forma indissociável. Defende que toda sessão de treino deva ser realizada com bola de forma que o atleta pense no jogo. Para Carvalhal (2003) a primeira preocupação nessa periodização é o jogo, com ênfase em treinos situacionais e em situações de jogo, com o treino físico (ou da dominante física) inserido no mesmo.

Essa forma de periodizar é contrária aos modelos tradicionais, em que as prioridades do treino são outras; em que os aspectos físicos, técnicos, táticos e psicológicos possuem sessões particulares de trabalho, sendo em alguns momentos “integrados” em treinamentos físico-técnicos ou técnico-táticos que apesar da presença da bola não possuem como objetivo central a melhora da qualidade do jogo.
Considerando como epicentro do jogo o aspecto tático, a Periodização Tática (PT) citada pelos treinadores acima tem como referência o Modelo de Jogo Adotado (MJA) e, com isso, os outros aspectos devem estar presentes sempre nas sessões de treinos, pois sem eles o jogo em alta qualidade torna-se fora do alcance. A tática é pensada como aspecto central da construção do treino, de forma que as outras capacidades sejam desenvolvidas por “arrasto”, de forma contextualizada e identificada com a matriz de jogo proposta.
Para isso nas sessões de treino são desenvolvidos exercícios que construam e potencializem a forma de jogar exacerbando algumas situações (princípio metodológico das propensões) que o treinador eleja como prioridade naquela sessão.
Dentro da PT não faz sentido um mesociclo apoiado em microciclos que tenham em sua estrutura perspectivas praticamente idênticas pautadas ou na variação de volumes de carga, ou de prioridades físicas, ou nas pendências fisiológicas. Na perspectiva do MJA, o microciclo segue uma progressão complexa relacionada ao processo e compreensão da lógica do jogo e ao modelo de jogo a se jogar.
A Periodização Tática emerge, na prática competitiva (principalmente em Portugal nesse momento), como uma nova proposta de periodização para os jogos coletivos, respeitando suas características – e nesse caso aprofundando nas particularidades e complexidades do futebol. Surge como alternativa para a periodização tradicional que têm, em grande parte de seus idealizadores, origem em esportes individuais ou com um curto período competitivo. Parte do pressuposto de que esportes coletivos, como o futebol nesse caso, com longos períodos de competição necessitam de regularidade competitiva, não tendo nos “picos de forma” esse objetivo atingido. Os picos do Modelo de Jogo tornam-se as metas a serem buscadas e que, pelos constantes processos de construção do mesmo proporciona um desenvolvimento contínuo.
Para pesquisadores e profissionais da Educação Física, PT e MJA não são nenhuma novidade, longe disso. Autores clássicos estudados em boas faculdades de Educação Física no Brasil propõem discussões nessa perspectiva há mais de 20 anos. A novidade talvez seja vê-la realmente na prática desportiva do futebol de alto nível.
A PT mostra uma preocupação com a qualidade do jogo e rompe com conceitos cartesianos fincados em nossa sociedade. Seus conceitos, idéias e perspectivas passaram agora pelos portões das universidades, rumo a batalha contra os achismos que ainda imperam no futebol (ou por tradicionalismos ou pela falta de conhecimento científico).
Que vençam a batalha!

Nacional de Nova Serrana

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Hoje é mais um dia feliz na minha vida, acertei hoje com Nacional de Nova Serrana e serei o Auxiliar Tecnico aqui, Comissão Tecnica é a mesma do Campeão Mineiro do Modulo II do Guarani, Tecnico Eugenio,Auxiliar Gustavo Brancão, Preparador Fisico Netto e Treinador de Goleiro Ronaldinho, na Supervisão Amarildo Ribeiro.
Grande parte do elenco que conquisto o acesso do Guarani a 1° do Campeonato Mineiro estçao aqui no elenco, nomes como: Macaé, Rafael, Luiz Azevedo, Simoes, Luiz Claudio, Marcelinho, Paulo Cesar, Robertinho, Jobert, Jonathan e Bere.
Dentre outros jogadores de grande potencial...
Durante oos treinos e jogos voces ficaram sabendo mais detalhes

Ate Breve

Gustavo Brancão

DIFERENCIAIS COMPETITIVOS

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A análise se torna simples considerando que há apenas 3 tipos originais de diferenciais
competitivos:
De Custo – O que permite às empresas produzirem de forma mais econômica que seus
concorrentes. Tecnologia diferenciada de processos de fabricação e verticalização de
produção podem oferecer diferenciais. Acesso a matérias-primas menos custosas não
oferecem vantagens além do médio prazo, já que os concorrentes terão acesso às mesmas
fontes.
De Mercado – Acesso a certas demandas que os concorrentes não conseguem atender. Uma
linha diversificada de produtos sinérgicos, por exemplo, pode inibir a troca por um
concorrente considerando o custo da mudança e da busca do novo fornecedor.
Conseqüentemente torna a base de clientes altamente cativa.
Economia de Escala – Quando os custos fixos são uma parte importante dos custos totais,
cada nova unidade produzida reduz o seu custo individual e quem possuir o maior volume
obtém vantagens competitivas, inibindo pela escala a entrada de novos concorrentes.
TESTANDO OS DIFERENCIAIS COMPETITIVOS.
Existem dois testes bastante simples de se checar a existência dos diferenciais competitivos:
Estabilidade
e/ou crescimento de market-share; e
Elevado
retorno sobre capitais investidos.
Negócios que não apresentam estabilidade ou crescimento de market-share e não
apresentam retorno acima do custo dos capitais, certamente não possuem vantagens
competitivas. A estas empresas, resta apenas buscar a eficiência operacional a qualquer
custo: produzir e vender de forma mais eficiente que seus concorrentes, o que normalmente
implica em baixo market-share e baixo retorno sobre capitais.
Entender o significado dos diferenciais competitivos e como operá-los é a base do sucesso
para se desenvolver estratégias vencedoras. Empresas que identificam nichos de Mercado
com inteligência, trabalham arduamente para desenvolver clientes cativos e organizam suas
operações de forma a obter economia de escala crescente serão capazes de criarem
diferenciais competitivos e dificuldades para os concorrentes. Conselhos eficazes têm diferenciais competitivos e dificuldades para os concorrentes. Conselhos eficazes têm a
responsabilidade de saber avaliar e aprovar essas estratégias competitivas.

Estratégia Competitiva

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Responsabilidade primordial dos Conselhos
Uma pessoa que certamente influiu significativamente nossa base referencial sobre
Estratégia e Competitividade foi Michael Porter, a quem devemos a definição das variáveis
que determinam o ambiente competitivo. Com ele, aprendemos o sentido lógico da análise
dos fatores que geram vantagens competitivas nos negócios.
Embora o modelo de análise de Porter seja bastante amplo e às vezes até um pouco
complexo, o legado mais importante deixado por ele é a identificação dos diferenciais
competitivos que uma empresa desenvolve e que seus concorrentes não são capazes ou têm
muita dificuldade de replicar.
A análise e aprovação das estratégias que as empresas irão implementar é uma das
responsabilidades primordiais dos Conselhos de Administração. Mas cabe ao Conselho uma
missão maior: o questionamento sobre quais diferenciais competitivos serão criados e de que
forma estes diferenciais irão impactar na eficiência operacional dos negócios, no retorno dos
capitais investidos, na geração de caixa, e no market-share.
Para resumir em uma frase, Estratégia é:
“Criar e explorar diferenciais competitivos que se traduzam em crescimento
lucrativo dos negócios, elevado retorno sobre os capitais investidos, geração de
caixa positivo e aumento de market-share”.
Os Executivos apoiados por seus Conselhos precisam primordialmente conhecer a dinâmica
dos mercados em que atuam, onde estão os diferenciais competitivos de suas empresas, e
que ações devem ser tomadas para proteger e explorar esses diferenciais, criando
dificuldades para os concorrentes copiá-los.
Estratégias são essencialmente planos para atingir e sustentar performance através dos
diferenciais competitivos. Não são idéias de como desenvolver um produto ou serviço e
vendê-los lucrativamente para os clientes, mas sim quais novos produtos podem ser lançados
e quais mercados podem ser conquistados considerando os diferenciais competitivos já
existentes.
Conselhos eficazes deverão saber avaliar e aprovar aquelas Estratégias que realmente se
enquadram e reforçam os diferenciais competitivos e em última análise agregam de fato valor
aos negócios.

 

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